5.18.2010

Love is a wonderful feeling, a Power
That can deeply overcome us all
It will hit you every hour
With the strength of a tremendous wall
It seeps into our hearts
It gets to our brains
It weakens our body parts
Now you feel like you’re on the love train
You think of that special someone
They never leave your mind
They might think you’re a no one Yet you watch them all the time
You can say love is like being stunned
And it’s very very strong
But once you’re with that special one
Nothing can possibly go wrong

5.10.2010

" Mudamos a cada segundo, somos feitos de versões, versos ou aversões.  Depende do humor do mundo. :)
Adeus à cansativa mesmice dos mortais. Já sou free, não sofro mais! Descobri que estou viva e nunca é tarde demais...
Depois de tanto pensar, descobri o que aconteceu. 
Dentro de mim: o mundo.
Fora de mim: ... Eu! "

tormentos meus

"Eu julgava uma coisa necessária. Ele julgava outra. Não fomos feitos um para o outro. Nossas cores prediletas não são as mesmas. Nossos times, maiores rivais. Eu prefiro os lugares calmos, ele não sai dos agitados. No entanto, nossas almas se encontraram.
Eu gosto de como ele fala, como ele ri, como vira a cabeça e como as suas sobrancelhas se mexem. Gosto de como seu cabelo comporta ao vento. Gosto daquela mão gordinha, a boca carnuda que parece me convidar, intimidar. Adoro o timbre de quando ele me chama e a forma tímida de me cumprimentar. Gosto da sua cara de sono, do olhar com o que observa as coisas. Eu gosto de tudo. Eu gosto dele.
Os dias passam. Poucas coisas dessa memória infinitamente pequena que eu tenho dele vai ficando trancadas dentro do meu coração. Palavras, muitas vezes ditas, verdadeiras e vindas de dentro, eu guardei. Lágrimas dessem quando eu me lembro.
Pouco sei do que ele é. Pouco sei do que ele sente. Conheço tudo que o incrementa. Já me acostumei com a sua forma de tratar, um estilo “não ligo pra você” totalmente sentimental por dentro, florescendo de sentimentos. Ele sabe amar.
Pego meu celular e coloco em seu número. Ele importaria se eu ligasse? Seu olhar percorre minha insônia. Seu abraço o meu reflexo. Sua imagem a minha vida.
Eu te amo tanto que nem sei. Não saber o que você fez hoje dói. Aquelas palavras horrendas nunca saíram de dentro. A forma de você me tratar como se não me conhecesse e não assumisse é a pior das dores. Mas é difícil, não poder contar por já saber sua reação. Fingir motivos e problemas pra que você não saiba da verdade. Eu te digo de todas as formas, e você não quer escutar.
Dói o dia em que você não fala comigo – o que tem ficado extremamente comum – e dói mais ainda momentos em que você me diz, de forma subentendida, o quão sou insignificante nos seus dias. São detalhes pra você. São tormento pra mim."

PARTE IV


Fechei os olhos, vi meu dia passando, minha semana passando, meu passado. Tudo foi se ligando: o dia no bosque me lembrou o dia das mães, que me fez lembrar da festa surpresa que passou a fazer parte do primeiro dia de aula... e assim foi. Estava sonhando.
Tinha algo em meu rosto, era molhado e gelado – eram lágrimas. Tinha uns ruídos em minha volta, soluços parece. Eu estava com um lenço na mão. Era tudo confuso, eu só podia me ver, o resto estava embaçado. Eu comecei a ficar muito aflita, meu rosto estava muito molhado, eu estava chorando muito, o cheiro daquele lugar era de rosas, no fundo eu escutava uma musica. Eu comecei a correr, estava correndo muito, passei por muitas pessoas, alguns rostos me eram familiares, mas minha velocidade era alta, queria parar, mas estava com medo. Encontrei Joãna, parei na hora.
_amiga, estou com medo. Não sei onde estou. Me ajuda!
_Ei, calma! Estou aqui, as meninas já chegam também.
_eu estou muito triste, não sei porque mais estou.
_eu te entendo, é difícil esta situação mesmo Gabre. Mas fica calma tudo vai dar certo.
_parece que tudo acabou, minha vida perdeu sentido. Esqueci de todo meu passado, só sei chorar. – eu não podia acreditar na minha invalidez, estava muito mal.
IV –
As outras meninas chegaram. Dora me abraçou muito forte, confortante aquele abraço. Ela disse que estaria comigo pro que precisasse, ela não podia imaginar a minha dor, mas disse para que eu tivesse paciência, que essa dor iria passar.
_ amiga, porque tudo isso? Você sabe?
_Deus quis
_como assim? – porque Deus iria querer me deixar aflita em meu sonho?
_Amiga, não temos a resposta para essas coisas, cabe a nós aceitarmos.
Ela me abraçou novamente e falou para mim ter calma, que tudo ia ficar bem. foi muito relaxante esta ultima cena, eu dormi mesmo. Não me veio nenhuma imagem apenas descansei. – afinal minha pulsação ficou muito elevada naquele sonho.
Acordei muito triste, estava muito abatida, estava com profundas olheiras, minha vida não tinha sentido nenhum. me senti tão mal quanto no outro sonho. me falta palavras e respiração, me sobra sofrimento e tristeza. Queria respostas para tais pesadelos.
E meus pensamentos tem poderes. Depois de já ter colocado a roupa de palhaço, fui tomar café. Antes mesmo que eu sentasse o telefone tocou. Mas não foi um toque comum, o primeiro já me deu um susto, o segundo me fez ficar arrepiada. Nem esperei o terceiro e atendi.
_alô?
_Bom dia, é a Gabrela?
_Bom dia, a própria. – falei e depois dei uma risadinha.
_você conhecia Daniel Magnum Refilgo?
_eu conheço. Porque?
_sinto muito informá-la, mas o jovem acabou de sofrer um acidente. O seu numero foi o único encontrado com ele. – aquela era a pior notícia que eu poderia ouvir, estas palavras foram rasgando a minha garganta, não tinha forças para falar. precisava saber mais.
_como ele esta? – falei gaguejando
_senhorita, não tenho muitas informações. Não quero falar nada sem ter certeza, mas pelo o que me parece foi fatal o acidente. – um minuto de silêncio e o resto passei desmaiada.
Não querer aceitar aquelas palavras era o mínimo que eu conseguia fazer naquele momento. Se em algum momento achei que meus sonhos eram horripilantes, era porque aquilo que estava sentindo não tem explicação